segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Radiocamp destaca redundância da Deus é Amor em SP

A quantidade de canais retransmitindo as pregações da Igreja Pentecostal Deus é Amor, ampliada na Grande São Paulo e Baixada Santista com o arrendamento da Litoral FM (91,9 MHz - São Vicente), foi relacionada pelo site Radiocamp.org.

Uma das frequências de São Paulo que citei no post sobre o fim da Litoral, a emissora FM que transmite em 100,5 MHz, também foi lembrada pelo Radiocamp, que esclareceu a origem da sua concessão - e da sua "não concessão":

Grande São Paulo:

91,9 MHz: FM de São Vicente, com torre na Serra do Mar, cobre todo o Litoral Sul assim com Zona Sul de São Paulo.
97,3 MHz: concessão de Atibaia com torre na Serra da Cantareira em Mairiporã, divisa com São Paulo, cobre toda a Grande São Paulo, parte do vale do paraíba, regiões de Jundiaí e Campinas.
100,5 MHz: FM em Jacareí, com alcance na Zona Leste de São Paulo.
100,5 MHz: FM em Sorocaba, com alcance na Zona Oeste de São Paulo.
100,5 MHz: FM em São Paulo, com torre na Serra da Cantareira, aproveitando o fato de possuirem as FMs de Jacareí e Sorocaba. Esta emissora não consta como autorizada em nenhum lugar, portanto é uma rádio considerada "pirata".
103,9 MHz: FM em Sorocaba, com alcance na Zona Oeste de São Paulo.

O Radiocamp também citou as emissoras AM da Grande São Paulo (Paulista - 560 kHz, que nunca teve programação própria; Morada do Sol - 1260 kHz; e a cabeça de rede Universo - 1300 kHz) e relacionou os canais vinculados à igreja na Grande Campinas. Leia o texto completo

O aumento de frequências da Deus é Amor coincide, no caso da Grande São Paulo, com a chegada de novas "rádios que andam" - rádios com concessão para uma cidade que transmitem de outra.

Não é de hoje que emissoras de cidades da Grande São Paulo transmitem de São Paulo ou direcionam a programação para a capital. Entretanto, nos últimos anos, essas "rádios que andam" extrapolaram os limites da região metropolitana, sendo que muitas delas - e algumas até sem autorização - "andam" unicamente para aumentar o preço do "aluguel" que cobram pelos espaços.

Passou da hora da Anatel e/ou do ministério das Comunicações começar(em) a fiscalizar com algum rigor as rádios comerciais para saber de onde são, onde deveriam estar e, principalmente, o que estão fazendo com as concessões. Se continuar como está, a tendência é que exemplos como o da Litoral ou da 103 FM de Sorocaba se tornem cada vez mais banais, provocando um sucateamento que pode afetar o rádio de forma irreversível.

FONTE: MIDIA CLIPING

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